sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Dragão-de-Komodo

Dragão-de-Komodo

Dragão de Komodo
Dragão de Komodo
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Dragão de komodoDragão de KomodoDragão de Komodo
Nome científico: Varanus komodoensis

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Varanidae
Género: Varanus
Espécie: V. komodoensis

Outros nomes
Crocodilo-da-terra

Origem
O dragão-de-Komodo é o maior dos lagartos que existem na terra. Habita na ilha de Komodo na Indonésia, e em outras pequenas ilhas adjacentes.

Alimentação
Este incrível gigante é um predador notável, já que por regra não mata instantaneamente a sua presa; morde, e a infecção causada pela sua mordedura vai acabar por matar o animal, ou mesmo o humano, ao fim de alguns dias. Depois, quando cheira a carne putrefacta - e o dragão consegue captar o cheiro até 7 km de distância! - dirige-se ao local, para então fazer o seu banquete. Como a carne já está em adiantado estado de putrefacção, os dragões arrancam pedaços com a boca e com as enormes unhas que possuem. O que normalmente acontece é que vários dragões chegam à mesma presa e ao mesmo tempo, sendo então a refeição partilhada, de forma hierárquica, mas sempre com algumas lutas entre eles. A hierarquia é estabelecida pelo tamanho corporal e força dos animais.
As presas preferidas dos dragões de Komodo são os búfalos, os javalis, os cervos, os cavalos e os macacos.

Perigo para as populações
Nestas ilhas, as habitações são construídas sobre estacas, dado que desde sempre muitos habitantes morreram, em virtude dos ataques destes bichos, que por vezes invadem as aldeias. Até há poucos anos, quase todos os humanos que eram mordidos acabavam por morrer. Com a evolução dos fármacos e com assistência mais rápida, começaram a ser salvas algumas pessoas, que ficam para sempre marcadas nas zonas afectadas pela mordedura. Outro aspecto que levou a algumas mortes foi o facto de só em pleno século XX, por volta de 1910, se ter dado a devida atenção a este animal, e às consequências da sua terrível mordedura.

Para se ter uma ideia do cocktail de bactérias existente na saliva destes bichos, se um dragão-de-Komodo se morder a ele próprio, poderá acabar por morrer com as bactérias provenientes da sua própria boca!

Reprodução
Para a reprodução, as fêmeas fazem buracos no chão, onde depositam entre 24 e 30 ovos, que eclodem cerca de 40 dias após a postura. Muitos dos dragões que vão nascer nunca vão atingir a idade adulta. Alguns morrem às garras de outros predadores, outros são devorados por elementos da sua própria espécie. No entanto, estima-se que existam cerca de 5000 indivíduos desta espécie, número que se tem mantido estável.

Tamanho, peso e longevidade
Um dragão-de-Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos

Narval

Narval

Narval
Narval
© Flip Nicklin (Savci.upol.cz)
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Nome científico: Monodon monoceros

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Monodontidae
Género: Monodon
Espécie: M. monoceros

Outros Nomes
Baleia-unicórnio

Distribuição
O narval só habita as águas frias junto ao Círculo Polar Ártico, acima dos 70º Norte de latitude, ou seja, a Norte da Islândia. Ocasionalmente, foram registadas presenças destes animais noutros pontos da costa europeia, e mesmo no Mar Mediterrâneo, mas ao contrário do que é habitual, eram animais solitários, provavelmente perdidos, já que normalmente vivem em grupos que têm entre 5 e 10 elementos.

Alimentação
A base da dieta do narval são peixes e cefalópodes, que procura em águas muito profundas, já que estes animais atingem com muita facilidade profundidades superiores a 1000 metros.

Estado de conservação
Não existem dados concretos para se classificar o seu estado de conservação, estando contudo a ser feito um levantamento do número de animais para classificar rapidamente esta espécie, como forma de a proteger, se for caso disso.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual do narval ocorre entre os 48 e os 72 meses, para ambos os sexos.
A gestação desta espécie dura em média 13 meses, podendo ir até aos 15, findos os quais nasce normalmente apenas um cria. Porém, não é raro ocorrer uma gravidez múltipla e nascerem dois bebés.

Tamanho
Os narvais medem entre 4,00 e 4,80 metros, sendo as fêmeas geralmente um pouco mais pequenas que os machos. O chifre dos machos, em espiral, pode atingir metade do comprimento total do animal, e em média em 2/1000 casos existem 2 chifres.
Um macho desta espécie pode atingir, em adulto, os 1600 kg. Já as fêmeas raramente ultrapassam os 1200 kg.

Longevidade
Estima-se que a esperança de vida desta espécie seja superior a 50 anos.

Orca

Orca

Orca
Orca
© Web
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OrcaOrcaOrca
Nome científico: Orcinus orca

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Orcinus
Espécie: O. orca

Outros nomes
Baleia-assassina, apesar de pertencer à família dos golfinhos.

Distribuição
As orcas podem ser encontradas em todos os oceanos do planeta e também em muitos mares mais pequenos, como o Mediterrâneo, onde esta espécie costuma fazer investidas até às Ilhas Baleares.
No entanto, evitam as águas mais cálidas das proximidades da linha do equador e aparecem com menor frequência no Oceano Pacífico. Demonstram gostar bastante mais dos mares frios junto aos círculos polares ártico e do antártico.
No que respeita à distribuição pelo planeta é, curiosamente, a segunda espécie animal, logo a seguir ao Homem.

Alimentação
A base da dieta das orcas são as focas. No entanto, demonstram não ser esquisitas com o que comem, e apanham aves, tartarugas, peixes de todos os tamanhos, incluindo alguns tubarões, moluscos e cefalópodes. Ocasionalmente, atacam algumas espécie de baleia, e daí advém o seu nome de guerra, «assassina de baleias», que depois foi alterado popularmente para «baleia assassina».
Quando adultos, estes animais podem ter de encontrar entre 200/250 quilos de alimentos por dia cada um.

Estado de conservação
O estado de conservação desta espécie é quase ameaçada, pensando-se existirem cerca de 100.000 animais espalhados por todos os mares do mundo. O número de orcas sofreu uma redução alarmante nos últimos anos, pelo que comunidade cientifica está atenta e preocupada e a tentar combater as causas deste decréscimo acentuado, que são a caça, o desaparecimento de alimento em quantidade e a poluição.

Gestação e maturidade sexual
As fêmeas atingem a maturidade sexual após os 8 anos, embora a primeira cria surja muitos anos depois. Os machos atingem essa maturidade muito mais tarde, por volta dos 15 anos.
Estas diferenças podem estar relacionados com o facto de os grupos de orcas serem sociedades marcadamente matriarcais e familiares, onde as fêmeas desempenham papel preponderante durante toda a sua vida.
Estes grupos familiares podem ter constituições diferentes, dependendo até da zona do planeta onde vive o grupo. Contudo, podem juntar de 12 a 50 animais, e em cada zona os grupos são mais ou menos semelhantes.
A gestação nesta espécie dura em média doze meses, embora aconteça demorar mais um pouco em algumas fêmeas. Findo esse tempo, nasce apenas uma cria, com cerca de 2,5 metros e que pode pesar quase duas centenas de quilos.

Tamanho
Os machos desta espécie, apesar da sua menor importância no grupo, são significativamente maiores e mais pesados que as fêmeas, podendo atingir os 9,5 metros e pesar cerca de 7500 kg, já elas dificilmente ultrapassam os 8,5 metros e os 5000 kg.

Longevidade
Dada a grande distribuição desta espécie pelo planeta, a esperança de vida destes animais varia muito, dependendo da zona onde encontra. Pensa-se que os machos possam viver entre 40 a 50 anos e as fêmeas até aos 90.

O canguru-vermelho

Canguru-vermelho

Canguru Vermelho
Canguru Vermelho
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CangurusCanguruCanguru
Canguru
Nome científico: Macropus rufus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Macropodidae
Género: Macropus

Distribuição
O canguru vermelho pode ser encontrado praticamente em todo o território australiano, desde o deserto até às zonas mais arborizadas, dada a sua excepcional capacidade de adaptação.


Alimentação
Os cangurus são herbívoros, alimentando-se de todas as plantas e folhas de árvore que encontrem no caminho. Percorrem grandes distâncias em busca de algum alimento e por vezes escavam o chão para retirar raízes da terra.

Estado de conservação
Esta espécie não apresenta nenhum risco especial de desaparecimento, pelo que não tem qualquer estatuto especial de conservação. Nos últimos anos, o número de animais aumentou consideravelmente, por isso o seu estado é considerado seguro.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual das fêmeas é atingida por volta dos 16 meses, enquanto nos machos acontece um pouco mais tarde, por volta dos dois anos.

Reprodução
Os cangurus são marsupiais, pelo que o seu desenvolvimento embrionário é bastante diferente do dos mamíferos placentários, ocorrendo em duas fases distintas. A primeira fase, a gestação, ocorre no útero da mãe, onde existe uma espécie de membrana que permite que a cria se alimente a partir dos nutrientes daquela. Passados cerca de 30 a 35 dias a cria, ainda num estado embrionário muito primário, com pouco mais de 1cm, abandona o útero da progenitora e sobe lentamente pelos seus pêlos até à bolsa marsupial, onde vai terminar o seu desenvolvimento. Aqui, fica permanentemente agarrado a um dos mamilos da mãe, alimentando-se do seu leite durante um longo período, cerca de um ano. A partir dessa altura, a cria começa a entrar e a sair da bolsa para procurar os primeiros alimentos e rapidamente deixa esta fase para começar a acompanhar a progenitora nas suas viagens terrestres utilizando a bolsa, enquanto cabe, apenas quando se sente assustada.

Tamanho
Os cangurus vermelhos machos atingem cerca de 1,80 m enquanto as fêmeas raramente passam de 1,60 m, podendo em adultos atingir os 90 kg. As grandes patas traseiras, que chegam a ser 10 vezes maiores que as anteriores, permitem que estes animais se desloquem a grande velocidade ao longo de grandes distâncias, possam dar saltos de mais de 5 m e atingir velocidades superiores a 55 km/h.


Longevidade
Os cangurus vermelhos vivem, em média, cerca de 22 anos em liberdade, e um pouco mais em cativeiro.

Raposa

Raposa

Raposa
Raposa
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RaposaRaposaRaposa
Nome científico: Vulpes vulpes

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Género: Vulpes
Espécie: V. vulpes

Distribuição
As raposas habitam em toda a Europa, ilhas britânicas incluidas, Ásia, América do Norte e em algumas regiões do Norte de África e do Médio Oriente.
Existem também em grande parte do território australiano, excepto numa pequena zona do Norte, para onde foram levadas pelos colonizadores ingleses.

A raposa pode ser encontrada por todo o território de Portugal continental, apesar de ser um pouco difícil observar estes animais nas imediações das vilas e cidades.

Alimentação e hábitos
A raposa é um mamífero carnívoro. Pontualmente, e se a oportunidade surgir, torna-se necrófago. Os ovos também fazem as delícias das raposas, que procuram ninhos de aves silvestres no solo para comê-los.

São animais muito resistentes e com grande capacidade de adaptação. Como não são territorialistas, podem percorrer e adaptar-se a novos territórios, desde que estes tenham comida em abundância. O facto de ser um predador muito astuto, torna também fácil a sua adaptação a qualquer tipo de floresta.

Comem fundamentalmente pequenos roedores, coelhos e aves, como a perdiz.Nas zonas onde existe criação de capoeira, podem muitas vezes introduzir-se dentro das mesmas para aí caçarem as suas presas, criando dificuldades de vizinhança com os humanos por esse motivo.

A raposa é um animal de hábitos crepusculares e nocturnos, pelo que é relativamente fácil encontrá-la na beira das estradas ao anoitecer, embora, por ser muito fugidia, só se veja normalmente a sua característica cauda desaparecendo por entre a vegetação.

A raposa é uma espécie que pode ser caçada entre Outubro e Fevereiro. Como a sua carne não tem qualquer aproveitamento, esta caça serve apenas como troféu para o caçador. Dado o elevado número de animais ainda existentes, esta espécie não é favorecida com nenhuma protecção legal, apenas a proibição da sua caça durante parte do ano.


Tamanho e peso
As raposas podem atingir cerca de 1 m de comprimento e pesar até 10 kg.

Lobos

Lobo

Lobos
Lobos
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LoboLoboGrupo Lobo
Lobo
Nome científico: Cannis lupus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Género: Canis
Espécie: C. lupus

Caracteristicas
Foi a partir do lobo que todos os cães evoluíram.

Actualmente, o lobo possui características marcantes que o separam do cão.

Curioso é o modo como bebem água, enquanto o cão utiliza a língua para trazer a água à boca, o lobo sorve a água como se fosse um aspirador. Algumas pessoas pensam que, em cada ninhada de lobos, um bebe como os cães, sendo depois abandonado pela mãe e afastado do resto da alcateia, e que alguns desses animais terão sobrevivido e dado origem ao cão, posteriormente, ao cão domesticado.

Os lobos vivem em alcateias que podem conter entre 5 e 10 elementos, dependendo do próprio núcleo familiar e da altura do ano.

Os lobos têm duas pelagens distintas, a de Inverno, mais densa, de maior comprimento e de cor acinzentada, que cai no início da Primavera. Nasce então uma pelagem mais curta, que fica até ao início do Inverno, com uma tonalidade de cor mais acastanhada, que lhe confere maior capacidade de camuflagem.

Em todas as alcateias há um líder, que é respeitado pelos demais e que guia todo o grupo pelo seu território.

Distribuição
Existem lobos em toda a Europa, no Norte e Centro da Ásia e na América do Norte.

Em Portugal, não são muitos os sítios onde podem ser encontrados lobos em liberdade. O Nordeste Transmontano talvez seja o local onde mais facilmente poderá ter um encontro com estes belos animais. Também é possível encontrar alguns lobos no Parque Nacional da Peneda Gerês e no Distrito da Guarda, na Serra de Leomil, embora se pense que poderão apenas existir aqui uma ou duas alcateias.

Contudo, em Portugal os lobos estão a atravessar uma fase de declínio e a sua sobrevivência está ameaçada. Este declínio começou com uma caça intensa a esta espécie, e nos últimos anos, tendo a caça sido proibida, surgiram os envenenamentos. Outro factor importante tem sido o facto de cada vez haver menos cervídeos em liberdade e essa era a sua maior fonte de alimento.

Os fogos florestais vão reduzindo o território e o número de presas, e os lobos passam então a ter de se alimentar de gado, sobretudo ovelhas, provocando enormes prejuízos aos pastores, que vêm assim os seus rebanhos dizimados. Apesar de estar contemplado que esses serão monetariamente recompensados pelos danos, o facto de os pagamentos demorarem muito tempo leva a que alguns achem que a única solução é acabar com os lobos nas suas zonas de pasto.

Pensa-se que, em território português, pode haver cerca de 200 lobos, talvez um pouco mais.

Os lobos não são uma ameaça para os humanos, pelo contrário, o Homem é que é um perigo para o lobo. A história do lobo mau não é mais que um velho conto infantil, criado com o objectivo de fazer prevalecer essa ideia.

Peso e esperança de vida
Os lobos, quando adultos, podem atingir cerca de 30 kg de peso e viver cerca de 15 anos.

Ouriço-cacheiroo

Ouriço-cacheiro

Ouriço caixeiro
Ouriço caixeiro
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Ouriço-caixeiroOuriço cacheiroOuriço cacheiro
Ouriço cacheiro
Nome científico: Erinaceus europaeus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Ordem: Erinaceomorpha
Família: Erinaceidae
Subfamília: Erinaceinae
Género: Erinaceus
Espécie: E. europaeus

Distribuição
O ouriço cacheiro, existe em toda a Europa Ocidental, incluindo na Grã Bretanha e nos países escandinavos até à Sibéria. Pela mão do humana foram levados para a Nova Zelândia.

Este pequeno mamífero pode ser encontrado um pouco por todo o território continental português, incluindo algumas ilhas açoreanas onde também foi introduzido pelos colonizadores.

Características fisicas e alimentação
O seu aspecto característico, com as costas cheia de grandes e poderosos bicos, serve como defesa dos predadores.

Apesar de ser insectívero, o ouriço come outros alimentos, nomeadamente pequenos frutos que transporta, espetados nos seus afiados espinhos, até à toca. Da sua alimentação fazem parte ainda minhocas, baratas, caracóis, ovos que encontre no chão e pequenos répteis.

Hábitos
O ouriço é um animal de hábitos nocturnos, pelo que é mais fácil de encontrar ao amanhecer e ao anoitecer, perto de lagos ou rios, onde vai beber água e tomar pequenos banhos.

O calor libertado pelo alcatrão é o maior inimigo destes animais que, para se aquecerem, procuram as estradas, sendo com muita frequência vítimas de atropelamentos.

Os ouriços procriam na Primavera e no Verão e a sua prole é normalmente de 4 crias.

Predadores
Entre os predadores naturais destes animais podem contar-se os texugos, os gatos selvagens, os cães, os lobos, as raposas e as doninhas. O Homem é outro dos predadores da espécie, já que em algumas zonas do país é apreciado como especialidade gastronómica.

Peso, tamanho e longevidade
Os ouriços adultos pesam cerca de 750 g, medem até 23 cm e vivem cerca de 6 anos.